
{"id":471,"date":"2013-09-22T09:46:20","date_gmt":"2013-09-22T12:46:20","guid":{"rendered":"http:\/\/saapblog.wordpress.com\/?p=471"},"modified":"2013-09-22T09:46:20","modified_gmt":"2013-09-22T12:46:20","slug":"poluicao-atmosferica-mata-4-mil-pessoas-por-ano-na-cidade-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/saapgestao.com.br\/saapold\/poluicao-atmosferica-mata-4-mil-pessoas-por-ano-na-cidade-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica mata 4 mil pessoas por ano na cidade de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<address><span style=\"color:#00843f;\">Coment\u00e1rio da SAAP<\/span><br \/>\n<span style=\"color:#00843f;\">No Dia Mundial sem Carro a SAAP se pergunta: Qual \u00e9 o papel dos bairros-jardins para amenizar a polui\u00e7\u00e3o da cidade? No que bairros como o Alto dos Pinheiros contribuem e atrapalham nas causas da polui\u00e7\u00e3o? O que uma associa\u00e7\u00e3o de bairro como a nossa pode fazer para mitigar esses problemas? Podemos pensar nas nossas \u00e1reas verdes, mas tamb\u00e9m nos nossos padr\u00f5es de mobilidade. Incentivo \u00e0s caminhadas e ao uso de bicleta, especialmente num bairro tranquilo como este, s\u00e3o algumas op\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/span><\/address>\n<p><a href=\"http:\/\/www.viomundo.com.br\/blog-da-saude\/saude\/paulo-saldiva-poluicao-atmosferica-mata-4-mil-pessoas-por-ano-na-cidade-de-sao-paulo.html\" target=\"_blank\">Blog da Sa\u00fade<\/a><\/p>\n<p><em>Em entrevista \u00e0\u00a0<strong>Carta Maior<\/strong>, o patologista Paulo Saldiva, m\u00e9dico especialista em polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP),\u00a0apontou para as duas causas fundamentais do problema: o car\u00e1ter segregador da ocupa\u00e7\u00e3o do solo nas metr\u00f3poles e a falta de pol\u00edticas p\u00fablicas que privilegiem o transporte p\u00fablico. Segundo Saldiva, quem mais polui s\u00e3o os carros, e, nas grandes cidades do Brasil, a op\u00e7\u00e3o pelo transporte veicular sequer traz o benef\u00edcio de uma mobilidade eficiente. \u201cA exist\u00eancia de um transporte coletivo r\u00e1pido, eficiente e barato daria a motiva\u00e7\u00e3o para que a popula\u00e7\u00e3o migrasse para o transporte p\u00fablico\u201d, afirma.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.viomundo.com.br\/blog-da-saude\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/Polui%C3%A7%C3%A3o-SP-e1344221667919.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"Polui\u00e7\u00e3o SP\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.viomundo.com.br\/blog-da-saude\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/Polui%C3%A7%C3%A3o-SP-e1344221667919.jpg\" width=\"600\" height=\"395\" \/><\/a>Foto:\u00a0 Laborat\u00f3rio de Polui\u00e7\u00e3o Atmosf\u00e9rica da Faculdade de Medicina da USP<\/p>\n<p><strong>por Isabel Harari e Andr\u00e9 Cristi<\/strong>,\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.cartamaior.com.br\/templates\/materiaMostrar.cfm?materia_id=20651&amp;boletim_id=1309&amp;componente_id=21450\">em Carta Maior<\/a>,<\/strong>\u00a0<strong>sugest\u00e3o de Robson Moreno<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 Por ano, cerca de 1,3 milh\u00e3o de mortes no mundo s\u00e3o causadas pela polui\u00e7\u00e3o urbana, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). S\u00f3 em S\u00e3o Paulo morrem 4 mil anualmente. Em 2004, quando o n\u00famero de carros era um ter\u00e7o menor, estima-se que o n\u00famero de mortes tenha sido 2,9 mil. Idosos, crian\u00e7as, gestantes, portadores de doen\u00e7as respirat\u00f3rias e card\u00edacas cr\u00f4nicas e, principalmente, os mais pobres \u2013 que t\u00eam n\u00edveis maiores de exposi\u00e7\u00e3o \u2013 s\u00e3o os principais atingidos.<\/p>\n<p>Segundo Paulo Saldiva, m\u00e9dico especialista em polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), \u201cn\u00e3o h\u00e1 impedimentos t\u00e9cnicos ou falta de conhecimento para que esse problema seja resolvido. No meu entendimento, temos todas as condi\u00e7\u00f5es de resolver o problema da polui\u00e7\u00e3o do ar em nossas cidades em alguns anos\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com a OMS, os elevados n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o na cidade de S\u00e3o Paulo s\u00e3o respons\u00e1veis pela redu\u00e7\u00e3o da expectativa de vida em cerca de um ano e meio. Os tr\u00eas motivos que encabe\u00e7am a lista s\u00e3o: c\u00e2ncer de pulm\u00e3o e vias a\u00e9reas superiores; infarto agudo do mioc\u00e1rdio e arritmias; e bronquite cr\u00f4nica e asma. Estima-se um aumento de oito meses na expectativa de vida a cada 10 microgramas de polui\u00e7\u00e3o retirados do ar.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior\u00a0<\/strong>&#8211;\u00a0<strong>Segundo dados da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, ligada ao governo do estado de S\u00e3o Paulo) e do Laborat\u00f3rio de Polui\u00e7\u00e3o Atmosf\u00e9rica da Faculdade de Medicina da USP, os \u00edndices de polui\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo s\u00e3o os piores dos \u00faltimos oito anos e as doen\u00e7as cardiorrespirat\u00f3rias matam 20 pessoas por dia na regi\u00e3o metropolitana. H\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre esses dois fatores?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>&#8211; O aumento dos casos de doen\u00e7as card\u00edacas e respirat\u00f3rias em nossas cidades tem v\u00e1rias causas: envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, sedentarismo, obesidade e tamb\u00e9m a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. Nas cidades onde h\u00e1 grandes s\u00e9ries hist\u00f3ricas de medi\u00e7\u00f5es de polui\u00e7\u00e3o, como S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, houve uma melhora cont\u00ednua at\u00e9 cerca de 2005 e 2006. A partir desse momento, a tend\u00eancia de melhora se interrompe, com evid\u00eancias de piora, notadamente para part\u00edculas finas e oz\u00f4nio. O mais grave \u00e9 que o patamar onde estamos \u00e9 reconhecidamente causador de dano \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior \u00a0&#8211; Por que a polui\u00e7\u00e3o piorou a partir de 2006? Foi por causa do aumento da frota de ve\u00edculos?<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>&#8211; A polui\u00e7\u00e3o deixou de melhorar a partir de 2006, estacionando em n\u00edveis inadequados para a sa\u00fade humana. Os poluentes que ficaram acima do padr\u00e3o s\u00e3o o oz\u00f4nio e o material particulado. As raz\u00f5es para isso s\u00e3o o aumento da frota e a lentifica\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito, que fazem com que os ve\u00edculos emitam mais poluentes ao estarem presos em congestionamentos. A redu\u00e7\u00e3o da velocidade do tr\u00e1fego faz com que permane\u00e7amos cada vez mais tempo em meio a corredores de tr\u00e1fego, onde os n\u00edveis de polui\u00e7\u00e3o s\u00e3o substancialmente mais elevados do que a m\u00e9dia da cidade. Em outras palavras, quanto mais tempo ficamos presos em congestionamentos intermin\u00e1veis, maior ser\u00e1 a nossa dose de polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O tamanho do problema pode ser resumido da seguinte forma. Aproximadamente 12% das interna\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias em S\u00e3o Paulo s\u00e3o atribu\u00edveis \u00e0 polui\u00e7\u00e3o do ar. Um em cada dez infartos do mioc\u00e1rdio s\u00e3o o produto da associa\u00e7\u00e3o entre tr\u00e1fego e polui\u00e7\u00e3o. Os n\u00edveis atuais de polui\u00e7\u00e3o do ar respondem por 4 mil mortes prematuras ao ano na cidade de S\u00e3o Paulo. Trata-se, portanto, de um tema de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior \u2013 Quem s\u00e3o os principais atingidos pelo aumento da polui\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>\u2013 Idosos, crian\u00e7as, gestantes, portadores de doen\u00e7as respirat\u00f3rias e card\u00edacas cr\u00f4nicas e, principalmente, os mais pobres, que t\u00eam n\u00edveis maiores de exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior\u00a0<\/strong>\u2013\u00a0<strong>Por que os mais pobres t\u00eam n\u00edveis maiores de exposi\u00e7\u00e3o?\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva \u2013<\/strong>\u00a0O fato de tratarmos o solo das cidades como mercadoria faz com que as \u00e1reas centrais da cidade percam popula\u00e7\u00e3o, notadamente a mais pobre, que migra para \u00e1reas mais acess\u00edveis na periferia, aumentando, consequentemente, o tempo de perman\u00eancia no tr\u00e1fego. As casas das comunidades mais carentes s\u00e3o tamb\u00e9m as mais perme\u00e1veis \u00e0 entrada de poluentes. Finalmente, \u00e9 nos pontos de \u00f4nibus, pontos de alta concentra\u00e7\u00e3o de poluentes, que a popula\u00e7\u00e3o mais desfavorecida passa longos per\u00edodos \u00e0 espera do transporte.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior\u00a0\u00a0<\/strong>&#8211;\u00a0<strong>Quais as alternativas de pol\u00edticas p\u00fablicas que o senhor\u00a0 sugere para diminuir a polui\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0\u00a0<\/strong>&#8211; No meu entendimento, temos todas as condi\u00e7\u00f5es de resolver o problema da polui\u00e7\u00e3o do ar em nossas cidades em alguns anos. Nas grandes cidades do Brasil, a polui\u00e7\u00e3o veicular \u00e9 respons\u00e1vel pela grande maioria das emiss\u00f5es de poluentes. Mudamos o microclima urbano e polu\u00edmos o ar sem termos nem ao menos o benef\u00edcio de uma mobilidade mais eficiente. A exist\u00eancia de um transporte coletivo r\u00e1pido, eficiente e barato daria a motiva\u00e7\u00e3o para que a popula\u00e7\u00e3o migrasse para o transporte p\u00fablico. Sabemos fazer metr\u00f4, constru\u00edmos trens e nossos engenheiros produzem os grandes corredores de \u00f4nibus em Santiago, Bogot\u00e1 e Pequim. Temos a disponibilidade de v\u00e1rios combust\u00edveis mais limpos do que os que utilizamos. N\u00e3o h\u00e1, portanto, impedimentos t\u00e9cnicos nem falta de conhecimento para que resolvamos o problema. Faltam pol\u00edticas p\u00fablicas de m\u00e9dio prazo para privilegiar o transporte coletivo.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior \u2013<\/strong>\u00a0<strong>Al\u00e9m das medidas de mobilidade, existem outras que poderiam ser tomadas em outras \u00e1reas?<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>&#8211; Aumento da cobertura vegetal \u2013 que funciona como fator de redu\u00e7\u00e3o de polui\u00e7\u00e3o \u2013, medidas de readensamento urbano nas regi\u00f5es centrais das cidades e pol\u00edticas de incentivo aos combust\u00edveis menos poluentes.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior\u00a0 \u2013 Se n\u00e3o h\u00e1 impedimento t\u00e9cnico ou de conhecimento,\u00a0 esse impedimento \u00e9 pol\u00edtico?<\/strong><br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>&#8211; Nas presentes circunst\u00e2ncias, dificilmente haver\u00e1 um pol\u00edtico no Brasil, que ouse implementar pol\u00edticas de favorecimento do uso das vias pelo transporte coletivo ou ciclovias em detrimento dos autom\u00f3veis. Tamb\u00e9m creio ser muito pouco prov\u00e1vel que encontremos condi\u00e7\u00f5es para combater a pol\u00edtica atual de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo urbano, dado o estado de descr\u00e9dito em que as principais for\u00e7as pol\u00edticas de nosso pa\u00eds se encontram. Por exemplo, a maior parte da popula\u00e7\u00e3o ir\u00e1 preferir pagar um ped\u00e1gio urbano \u201cindireto\u201d \u2013 pagar estacionamentos particulares nos locais de trabalho ou perder horas de sono por causa dos congestionamentos \u2013 a pagar uma taxa para a melhoria do transporte coletivo. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que mistura uma crise de gest\u00e3o pol\u00edtica, interesses econ\u00f4micos e falta de lideran\u00e7as confi\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Carta Maior \u00a0<\/strong>&#8211;\u00a0<strong>Como o modo de vida nas grandes cidades pode afetar a sa\u00fade, al\u00e9m da polui\u00e7\u00e3o?<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Paulo Saldiva\u00a0<\/strong>&#8211; O fator mais significativo \u00e9 o estresse social. O conjunto de falta de mobilidade, ru\u00eddo excessivo, sedentarismo veicular e viol\u00eancia faz com que a incid\u00eancia de doen\u00e7as mentais e afetivas seja muito mais frequente nas cidades. Outro exemplo \u00e9 a obesidade, produto do modo de vida que resulta da maneira como organizamos a cidade. Por exemplo, uma crian\u00e7a hoje n\u00e3o tem acesso ao espa\u00e7o p\u00fablico por raz\u00f5es de viol\u00eancia. Nesse cen\u00e1rio, o jogo de futebol \u00e9 no console eletr\u00f4nico do Fifa 2012 e n\u00e3o na rua.<\/p>\n<p>Leia mais:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ecodesenvolvimento.org\/posts\/2013\/setembro\/respirar-em-sao-paulo-e-como-fumar-4-cigarros-por?utm_source=dlvr.it&amp;utm_medium=facebook\" target=\"_blank\">&#8220;Respirar em S\u00e3o Paulo \u00e9 como fumar 4 cigarros por dia&#8221;, afirma Paulo Saldiva<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coment\u00e1rio da SAAP No Dia Mundial sem Carro a SAAP se pergunta: Qual \u00e9 o papel dos bairros-jardins para amenizar a polui\u00e7\u00e3o da cidade? No que bairros como o Alto dos Pinheiros contribuem e atrapalham nas causas da polui\u00e7\u00e3o? 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